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Academia da História celebra 290 anos e não é para dormir

Manuela Mendonça propõe a abertura da instituição “a todos os que fazem história, e que esta faça parte do quotidiano dos portugueses”.
“Há que combater aquela ideia que chegou aos nossos dias que as academias são locais onde se reúnem uns velhinhos que vão dormir a sesta”, sentenciou.

A historiadora quer que a Academia seja “o garante dos grandes saberes em História, mas também uma instituição aberta ao presente em que todos os que fazem história sejam bem vindos e fomente uma história que seja levada a todos os portugueses”.

Manuela Mendonça afirmou que a missão da APH “deve ser a de levar a história a todos” e exemplificou com o novo plano editorial da instituição. “Livros com uma leitura clara sem uma grande carga de notas de erudição”, disse.

A efeméride será marcada para dia 08 de Dezembro numa sessão solene às 15:00 na sede da APH, o Palácio dos Lilases, ao Lumiar, com a presença do secretário de Estado da Cultura, Elísio Summavielle.

Na ocasião usará também da palavra o presidente de honra da APH, Joaquim Veríssimo Serrão, e serão entregues sete prémios na área da História.

“São prémios anuais instituídos pela Fundação Calouste Gulbenkiam, por académicos ou herdeiros destes, que têm um valor pecuniário entre os 2000 e os 2500 euros”, explicou Manuela Mendonça.

Este ano recebe o Prémio de História Calouste Gulbenkian – Presença de Portugal no Mundo, José Manuel Garcia pela obra “Cidades e Fortalezas do Estado da Índia. Séculos XVI-XVII”, o Prémio Calouste Gulbenkian – História Moderna e Contemporânea de Portugal será entregue a J. M. Tavares Castilho pela obra “Os Deputados da Assembleia Nacional. 1935-1974”, e o Prémio Calouste Gulbenkian – História da Europa será para Immaculada Fernández Arrillaga, pela obra “Jesuítas Rehenes de Carlos III: Misioneros Desterrados de América Presos en el Puerto de Santa Maria (1769-1798)”.

O Prémio de História Professor Doutor Joaquim Veríssimo Serrão, da Fundação Engenheiro António de Almeida, distingue Marco Daniel Duarte, pela obra “Tábua. História e Memória”.

O Prémio Estudos de Onomástica e Toponímica Professor Doutor Pedro Cunha e Serra será entregue a Maria Helena da Cruz Coelho, pelo ensaio “Montemor-o-Velho a Caminho da Corte e das Cortes”.

O Prémio Augusto Botelho da Costa Veiga irá este ano para Saúl António Gomes, pela obra “A Comuna Judaica de Leiria. Das Origens à Expulsão”.

O Prémio Professor Doutor Francisco da Gama Caeiro será entregue a Teresa Nunes, pela obra “Carlos Malheiro Dias. Um monárquico entre dois regimes”, e, finalmente, o Prémio 8.º Conde dos Arcos – Vice-Rei do Brasil a Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e Bragança, pela obra “A Princesa Flor Dona Maria Amélia”.

A Academia fundada por D. João V “continua a lutar por uma sede condigna” e Manuela Mendonça dado como exemplo “a nossa vizinha Espanha em que se recuperam palácios do século XVI para sedes de academias”.

A APH divide o Palácio dos Lilases com a EPUL (Empresa Pública de Urbanização de Lisboa) depois da saída do Palácio da Rosa, na Mouraria, por este ameaçar ruir.
(ES)








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