Início
Domingo, 18 Novembro 2018
PESQUISAR
  CINEMA
  TEATRO
  MUSEUS
  LIVROS
  DISCOS
  OUTROS
  CONCERTOS
  TELEVISÃO
  TURISMO
  OUTROS
Discos
Madredeus & A Banda Cósmica põem ponto final

Em comunicado divulgado a banda explica que "Castelos na areia" é o terceiro e último álbum de originais e que completa uma trilogia iniciada em 2008 com "Metafonia" e "Nova Aurora".
Pedro Ayres Magalhães e Carlos Maria Trindade reformaram os Madredeus em finais de 2007, depois da saída de Teresa Salgueiro, José Peixoto e Fernando Júdice de um dos projetos de maior sucesso dos anos 1990 da música portuguesa.

Na altura, Pedro Ayres Magalhães disse à Lusa que a nova “roupagem musical” pretendia "inventar uma concepção de música cantada em português para grandes espectáculos, inspirada nas diversas tradições das suas próprias composições e nos arranjos da música popular da Europa, da África Ocidental e do Brasil".
A matriz vinha dos Madredeus mantinha-se mas renovava-se com novos instrumentos.

Pedro Ayres Magalhães mantinha-se na guitarra clássica, direção musical e produção, Carlos Maria Trindade continuava nos sintetizadores, juntando-se a Banda Cósmica com as cantoras Mariana Abrunheiro e Rita Damásio e os músicos Ana Isabel Dias (harpa), Sérgio Zurawski (guitarra elétrica), Gustavo Roriz (guitarra baixo), Ruca Rebordão (percussão), Babi Bergamini (bateria) e Jorge Varrecoso (violino).
O comunicado dá conta que a Banda Cósmica terminou em Dezembro por causa da falta de meios.

"Os concertos não abundam, a rádio e televisão pouco arriscam na divulgação deste tipo de música e a venda de CD é completamente irrisória", lê-se.

"Castelos na Areia", que fecha o ciclo dos Madredeus, foi gravado no ano passado nos estúdios de Carlos Maria Trindade, no Alentejo, e reúne 11 temas originais, destinados a serem divulgados "por uma rádio progressista".

Os Madredeus foram um dos mais singulares nomes da música portuguesa, desde que se formaram em 1986 em Lisboa, com uma sonoridade que destoava do pop-rock de então.

O projecto, que procurava a inspiração na tradição popular portuguesa com uma sofisticação que não existia na altura no panorama português, deveu muito do sucesso às melodias de Pedro Ayres Magalhães e à voz de Teresa Salgueiro.

Venderam cerca de três milhões de discos em todo o mundo, por conta de registos como "Existir", "Os dias da Madredeus", "O espírito da paz" ou "Um amor infinito".
Nas duas décadas de existência os Madredeus já tiveram vários momentos de renovação. Rodrigo Leão, Gabriel Gomes e Francisco Ribeiro, que estava na formação inicial, saíram nos anos 1990, tendo entrado depois Carlos Maria Trindade, José Peixoto e Fernando Júdice.

O último fôlego da banda, já muito diferente dos primeiros tempos, deu-se em 2008, quando surgiu então Madredeus & Banda Cósmica, que agora termina com "Castelo na Areia".
(ES)








< Voltar

Registo

Actualidade
A nova introspecção de Jorge Molder

Foi na tarde de ontem, 05 de Dezembro, inaugurada “A Escala de Mohs”, a mais recente exposição fotográfica do artista plástico português.
Nelson Mandela morreu aos 95 anos na sua casa

Após vários meses em estado critico, Nelson Mandela, o mais emblemático resistente contra o Apartheid, morreu.
Não perca as grandes oportunidades do StockMarket

Está de regresso o Stockmarket, com os seus grandes descontos e oportunidades únicas para fazer um bom e sortido shopping.

 

Últimas notícias
RTP estreia "Os Filhos do Rock" retratando a década de 80
2013-12-08
Morreu Edouard Molinaro
2013-12-08
Júlio Resende encantou ao piano com temas de Amália Rodrigues
2013-12-08
 

 
© JORNAL HARDMUSICA. Todos os direitos reservados.
powered by Codezone