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Anita Guerreiro estreia projecto a três em Odemira

“O projecto procura apresentar três diferentes gerações de fado, através de intérpretes que são muito diferentes no estilo e no repertório”, disse à Lusa o produtor do grupo, Carlos Cruz.
Os fadistas são acompanhados à guitarra portuguesa por Rodolfo Godinho, à viola por José Carvalhinho, e Jorge Carreiro na viola baixo.
“Cada um de nós interpreta fados do seu repertório, e depois cantamos dois ou três temas juntos, o que resulta muito bem, pois mostra claramente que não se está no fado sempre da mesma maneira, cada um dá-lhe a sua interpretação e imprime a sua marca”, disse Ana Marta à Lusa.
A fadista apresenta neste projecto vários fados novos de autoria de António Rocha, nas músicas dos fados tradicionais Zé Negro, Margaridas e Magala.
Francisco Sobral estreou-se como actor no musical “Amália” de Filipe La Feria, encarnando Alfredo Marceneiro, participou ainda em “Canção de Lisboa”, integrou posteriormente o elenco do musical “Fado... Esse malandro vadio!”. Além fronteiras Sobral actuou já em Angola.
Anita Guerreiro tem uma carreira com mais de 50 anos, e entre os seus êxitos, muitos deles ligados ao teatro de revista, refira-se, "Cheira bem, cheira a Lisboa", "Sinos", "Calçadinha à portuguesa", “Ai, ai Lisboa”, “Boneca de trapos”, “Santo António veio a Alfama” e “ O fumo do meu cigarro”.
A fadista estreou-se em Fevereiro de 1954 no palco do Teatro Variedades, no Parque Mayer, em Lisboa, depois de um entrada no meio do espectáculo pelo concurso “Tribunal da canção”, do programa radiofónico “Comboio das seis e meia”.
“Assim que me ouviram levaram-me ao Marques Vidal e nem concorri, cantei logo. Eu ainda era menor e tive uma autorização especial do coronel Óscar de Freitas para actuar", recordou a fadista à Lusa.
Anita Guerreiro é o nome artístico de Bebiana Guerreiro, encontrado pelos produtores de "Comboio das seis e meia".
Vencedora do Prémio Estêvão Amarante (1969/70) e de uma Guitarra de Ouro, em Angola, onde chegou a residir, Anita Guerreiro tem-se tornado mais conhecida das novas gerações através dos papéis que desempenha em várias telenovelas.
Anita Guerreiro afirmou que deve à televisão a popularidade que hoje tem junto "de uma faixa etária mais nova", depois do interregno que fez na década de 1970, quando foi para os Estados Unidos.
(IB)







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