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Cultura deve ter "conta-satélite", defende estudo de Augusto Mateus

O estudo elaborado por Augusto Mateus & Associados recomenda que se deve "acompanhar o ritmo de inovação do sector" e "medir o seu impacto sobre as outras actividades económicas" e até o desenvolvimento social do país.
O que se pretende é uma "promoção da qualidade da informação estatística sobre a cultura
".

Defende o estudo que "não se deve privilegiar a oferta" mas antes articular a oferta e a procura "incentivando acções como a captação e educação de públicos".
Neste tópico o estudo refere que se deve incentivar "a inclusão cultural, o marketing alargado ou o cultivo e diversificação da preferência cultural".
As recomendações têm uma intenção estruturante, ao nível das políticas públicas, dos públicos e dos criadores.

Relativamente aos criadores, propõe o documento que estes e as empresas culturais se habituem "a pensarem na economia cultural subjacente à sua atividade, a racionalizarem meios e a congregarem esforços".

Neste sentido recomenda-se que ser "estruturado um sistema de incentivos específico baseado no mérito relativo" tendo em conta a "valia económica dos projetos" exortando que se criem "mecanismos de financiamento compartilhados".

Segundo o documento, "o investimento em património/eventos/equipamentos deve capitalizar as vantagens competitivas de cada território para diferenciar, descentralizar e internacionalizar", o economista Augusto Mateus explicou que "as cidades ou regiões não devem ser todas iguais, e procurar as suas raízes para se diferenciar".
Por outro lado, e ainda neste contexto, é referido no estudo que é essencial a análise da rendibilização e sustentabilidade de cada projecto e o seu impacto no território.

No tocante à competitividade regional, o estudo aponta para a promoção do património imaterial, os circuitos turísticos, animação e informação histórica de modo "a dar mobilidade ao património edificado".
Há que gerar, sugere a análise feita, a criação de produtos culturais diferenciados, com "reputação, notoriedade e prestígio" de modo a espoletar fluxos económicos e consequentemente receitas.
Por outro lado, a internacionalização é, no entender de Mateus e tal como o estudo o aponta, "essencial" para os bens e serviços culturais e criativos.
Segundo as conclusões do estudo, há uma "estagnação duradoura das exportações das indústrias culturais", reconhecendo haver uma "dificuldade na valorização internacional da língua portuguesa".
Os autores do documento propõem a produção de conteúdos em suporte digital e a sua distribuição em rede pois tal "induz movimentos de recuperação/valorização/divulgação da memória" e assegura a "perpetuidade da realidade cultural do país e a sua afirmação no mundo".
(ES)








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