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Nelson Mandela morreu aos 95 anos na sua casa

O carismático sul africano Nelson Mandela morreu a 05 de Dezembro aos 95 anos.
Passou a maior parte da sua vida dedicado à defesa dos direitos humanos e igualdade racial. O líder histórico do ANC foi o mais emblemático resistente contra o Apartheid, o regime de segregação racial imposto na África do Sul até 1994.

Símbolo da reconciliação e do perdão, Mandela foi eleito como primeiro presidente negro daquele pais, após 27 anos de prisão.

O líder histórico sul-africano estava em estado crítico há vários meses. “Ele partiu pacificamente na companhia de sua família”, declarou o presidente sul-africano, Jacob Zuma, ao comunicar a notícia ao mundo.

Madiba, nome pelo qual era tratado, esteve internado entre Junho e Setembro devido a uma infecção pulmonar, mas acabou por falecer em casa.

Ele agora descansou, ele agora está em paz. Nossa nação perdeu o seu maior filho. O nosso povo perdeu o seu pai”, adiantou o líder sul-africano.

"Como muitos outros no mundo, eu não conseguiria imaginar minha vida sem o exemplo que Mandela deu", disse o presidente dos EUA.
"Eu sou um dos milhões que se inspiraram na vida de Nelson Mandela. Minha primeira ação política foi um protesto contra o apartheid. Estudei as palavras e os textos dele", disse Obama. "Cabe-nos a nós seguir o exemplo que ele estabeleceu", afirmou.

Obama disse que o legado de Mandela para o país foi "uma nova África do Sul, em paz consigo mesma". "Michele e eu enviamos nossa simpatia e gratidão mais profundas por termos compartilhado esse homem entre nós. Espero que o tempo passado com ele nessas últimas semanas tenha levado paz e conforto para sua família." Mandela foi definido no discurso como "um homem que pegou a História com suas mãos e virou o arco do universo moral em direção à justiça". Obama acrescentou: "Mandela alcançou mais do que se pode esperar de qualquer homem".

"O dia em que ele foi libertado da prisão me deu uma noção de o que os seres humanos podem alcançar quando guiados pela esperança em vez do medo", disse Obama. "Perdemos um dos seres humanos mais influentes, corajosos e profundamente bons com quem qualquer um de nós vai conviver", lamentou o presidente dos EUA.

Cavaco Silva, enviou uma mensagem de condolências ao seu homólogo sul-africano, Jacob Zuma, pela morte de Nelson Mandela, que recorda como figura maior da África do Sul e da História mundial.

"Foi com profunda consternação que tomei conhecimento da notícia do falecimento de Nelson Mandela, figura maior da África do Sul e da História mundial. Quero, em meu nome pessoal e em nome do Povo Português, apresentar a Vossa Excelência, ao Povo sul-africano e à Família enlutada, os sentimentos do nosso mais profundo pesar", referiu Cavaco Silva, na mensagem divulgada no site da presidência da República.

Cavaco destacou "o extraordinário legado de universalidade que perdurará por gerações" deixado por Mandela, bem como "o seu exemplo de coragem política, a sua estatura moral e a confiança que depositava na capacidade de reconciliação constituem verdadeiras lições de humanidade".

"A dedicação de Nelson Mandela aos valores da democracia, da liberdade e da igualdade -- nas suas palavras, `um ideal por que espero viver e que espero alcançar, mas, se necessário, é um ideal pelo qual estou preparado para morrer` -- invadiu os corações de todos quantos o admiram, na África do Sul ou em outro lugar, incutindo esperança, mesmo diante dos desafios mais difíceis", recordou o Presidente da República.

Cavaco Silva salienta, na mensagem enviada a Jacob Zuma, que "a atribuição do Prémio Nobel da Paz a Nelson Mandela e a sua eleição massiva para a mais elevada Magistratura da África do Sul simbolizaram o merecido reconhecimento de um político de causas e uma vitória para os Direitos Humanos no mundo".

"Neste momento difícil, os Portugueses juntam-se a todos quantos recordam, com respeito e admiração, a figura de Nelson Mandela", referiu o chefe de Estado português. 

(em actualização)




António Manuel Teixeira



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