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Festival ao Largo abriu com um magnífico Concerto Sinfónico

Como resultado da vontade e persistência de uma equipa que teve como impulsionadores João Paulo Santos e João Villa Lobos, o Festival ao Largo abriu as hostilidades com um concerto sinfónico que teve como principais intervenientes o maestro João Paulo Santos e a Orquestra Sinfónica Portuguesa.

Com Jorge Rodrigues, membro do Coro do Teatro Nacional de São Carlos a apresentar o programa com o conhecimento e a empatia de sempre, assistimos ao prólogo da ópera de Leon Cavallo, “I Pagliacci”numa interpretação excelente do barítono português, Luis Rodrigues.

Seguiu-se Iva Barbosa, cujo virtuosismo já conhecíamos, a interpretar de forma brilhante um excerto de uma rapsódia de Debussy, para clarinete e orquestra.

Cristiana Oliveira, senhora de uma voz, bem modulada, bem timbrada e melodiosa brindou-nos com uma ária da ópera de Verdi, “La Traviata”, “É strano! Ah, fors è lui....Sempre libera”, muito bem interpretada.

Luis Rodrigues interpretou de seguida uma ária de “Tannhäuser” de Wagner, “O du mein holder Abendstern”, com a gravidade e a imponência que se exigia.

E a fase de canto deste concerto terminou de uma forma belíssima. Cristiana Oliveira e Luis Rodrigues interpretaram um dueto do “Elixir d amore” de Donizetti de uma forma brilhante, divertida e com uma excelente qualidade de performance de actores que não só cantores líricos.

E seguiu-se a fase de orquestra não sem antes termos ouvido, deliciados, Gonçalo Pescada na sua interpretação de “Verão e Primavera” de Astor Piazzolla.
A sua execução em acordeon, aqui não em bandoneon, é de uma qualidade excelente, de um virtuosismo evidente e sobretudo de uma sensibilidade que quase raia a magia.

E o espectáculo terminou com João Paulo Santos a dirigir a sempre excelente Orquestra Sinfónica Portuguesa em obras de Nino Rota, um compositor que aparecerá em mais concertos deste Festival ao Largo, e John Williams que trouxe ao Largo do São Carlos toda a magia e exuberância da banda sonora de “Harry Potter”.

Como salientou Jorge Rodrigues, no início do espectáculo, todo o Festival ao Largo conta com artistas portugueses, o que siginifica que o magnífico concerto a que pudemos assistir nesta noite quente de 29 de Junho, que nem a boa música conseguiu refrescar, é produto da prata da casa que como se pôde verificar é de grande qualidade




Zita Ferreira Braga



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