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Lançamento de “A estátua e a pedra”, o novo livro de José Saramago

“A estátua e a pedra” resulta das reflexões de José Saramago sobre a sua construção literária que tiveram espaço numa conferência na Universidade de Turim, Itália, em 1997.
Conferência esta dedicada a estudantes e professores de literatura. Nessa altura, o livro foi publicado em edição limitada de acesso a um público restricto.
Este ano a Fundação José Saramago publica a primeira edição acessível a todo o público. O livro constitui uma edição bilingue - português e espanhol.

A sessão de apresentação do livro foi moderada por Sérgio Letria e contou com a participação de amigos muito próximos de José Saramago: o professor italiano Giancarlo Depretis, o professor e ensaista Carlos Reis e o escritor espanhol Fernando Gómez Aguilera.
Os convidados explicaram como surge a edição de “A estátua e a pedra” de 1997, o contexto da conferência em Turim e, além disso, aproveitaram para partilhar histórias “íntimas” vividas com José Saramago.

As pausas entre as intervenções dos três convidados foram preenchidas com a participação de duas actrizes do grupo Éter, grupo de teatro que leva à cena textos de autores portugueses, que procederam à leitura em voz alta de pequenas passagens das obras de José Saramago como, por exemplo, “Memorial do Convento”, “O Evangelho Segundo Jesus Cristo” e “O ano da morte de Ricardo Reis”.
Estas obras e algumas mais são citadas em “A estátua e a pedra”. Já quase a fechar a sessão, as actrizes fizeram uma leitura conjunta, numa espécie de diálogo, das obras “O Ensaio Sobre a Cegueira” e “Caim”.

A incontornável presença de Pilar del Río também marcou a sessão. A mesma aproveitou para mostrar, a título de curiosidade, a edição de “A estátua e a pedra” de 1997 e explicou a necessidade de se fazer uma nova edição da obra.

“A estátua e a pedra” é um livro em que José Saramago reflecte sobre as suas obras e onde o autor destaca a importância que a ilha Lanzorote teve para a definição do seu estilo literário e de vida. Segundo Fernando Aguilera, a obra é uma metáfora, isto é, um “elemento metafórico que é usado para [o autor] se referir à sua obra” refere o escritor.

Marisa Campos








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