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“Bem-vindos a Beirais” estreia na RTP1

A aldeia de Carvalhal, na zona Oeste, acolheu a equipa da série “Bem-vindos a Beirais” para uma produção de 80 episódios a ser gravada em apenas três meses.
A série relata a história de Diogo (Pêpê Rapazote), um gestor lisboeta que resolve mudar de vida e apostar numa nova profissão como agricultor na aldeia de Beirais.

Esta mudança é motivada pelo intenso stress que vive na sua profissão em Lisboa, e traz-lhe uma nova noção do que é viver no campo e de quais são os desafios de uma vida no interior de Portugal.

Sandra Santos representa a personagem de Teresa, a namorada de Diogo. Para a actriz, a experiência de gravar esta série “está a correr muito bem”, visto que se trata de uma série diferente daquilo que Sandra Santos tem feito enquanto actriz de televisão.
Quanto à personagem, Sandra diz que “a Teresa é uma pessoa urbana”, e que apesar de se tratar de uma série em grande parte cómica, Teresa “não tem muito esse registo”.

Em Beirais, Diogo vai conhecer Clara (Oceana Basílio) que, para combater a situação de desemprego em que se encontrava na cidade, aceita o convite de Rita (Vera Alves) para abrir um hotel de turismo rural.

Nesta aldeia, Clara está, tal como Diogo, a construir uma nova vida, e ambos vão cruzar-se variadas vezes – para irritação de Clara, que a princípio não simpatiza de todo com a personagem de Pêpê Rapazote.
Quanto à construção da personagem, Oceana Basílio comenta que o verdadeiro desafio foi “realmente, entre as amigas, [Oceana, Vera Alves e Lúcia Moniz] construir três personagens muito diferentes”.
Acerca do que a aproxima de Clara, Oceana comenta que “ela é parecida um bocadinho na impulsividade, e também na forma prática como ela lida com as situações do dia-a-dia”.
No entanto, este espírito prático de Clara não a impede de se sentir “pessimista, porque é obrigada a mudar de vida”.
Oceana Basílio confessa que não se sente muito como uma protagonista, visto que “o trabalho é feito em conjunto com a Vera Alves e a Lúcia Moniz” e “em cada episódio há um acontecimento, a história não é centrada só nos protagonistas”.

Oceana afirma ainda que o grupo está a “lutar imenso pelo projecto”, num ritmo alucinante de gravações que é necessário para que os 80 episódios estejam concluídos em apenas três meses.

Hugo Andrade, director de programas da RTP, confessa que um dos objectivos da série é “mostrar que Portugal é mais do que Lisboa”.
Pretende-se que “Bem-vindos a Beirais” seja “uma série muito ligeira, para desconstruir essa ideia que as pessoas têm do campo” – a ideia de que a vida no campo não tem as mesmas comodidades que a vida na cidade, ou que no campo não se pode ter um bom estilo de vida. Esta é uma história que fala principalmente de “mudar de vida”.
A ideia partiu, conta Hugo Andrade, de um telefilme produzido em 2012 sobre um tema semelhante e que teve um óptimo impacto junto do público português.

Daí, ao planear a produção para 2013, a equipa “começou a pensar, a partir desse telefilme, fazer uma série”, que resulta portanto de “um desejo com mais de um ano”.
Andrade lembra que “Portugal é um país muito pequenino e tudo se passa nas cidades”, e o director considera que “a produção da RTP também tem de ser descentralizada”.

Hugo Andrade lembra ainda os “cenários com uma extraordinária beleza” que a equipa e o elenco encontraram no Carvalhal.

O trabalho da equipa passou por “arranjar soluções para produzir no interior”, mostrando que “há muitas soluções para as nossas vidas”. “Esta série tem um bocado de aventura”, pensa Hugo Andrade, mas está na tarefa que “Bem-vindos a Beirais” tenta desenvolver, a função de mostrar que “essa aventura pode ser positiva”.

“Bem-vindos a Beirais” estreia dia 13 de Maio na RTP 1.

Vanessa Marcos








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